- ISCTE - University Institute of Lisbon (ISCTE-IUL), Sociology, Department Memberadd
- Sociology, Social Sciences, Sociology of Science, STS (Anthropology), New Media, Visual Studies, and 90 moreComparative Politics, Hermeneutics, Mythology, Visual Anthropology, Comparative mythology, Social Activism, Hermeneutics and Narrative, Alfred North Whitehead, Gaston Bachelard, Comparative Media Studies, Guattari, Construction of Heroes, Gilbert Durand, Maurice Merleau-Ponty, Process Philosophy, Metaphor, Systems Theory, Charles S. Peirce, Niklas Luhmann, Luhmann, Social Theory, Cultural Sociology, Slavoj Žižek, Reflexivity (Sociology), Political Philosophy, Hacktivism, Philosophy Of Language, Public Space, Democracy, Michel Foucault, Internet memes, Sociological Theory, Sociology of Art, Wittgenstein, Reflexivity, Bertrand Russell, Social cohesion, Ernesto Laclau and Chantal Mouffe, Speech Act Theory, Sociology of Culture, Meaning, Anthony Giddens, Acculturation, Alternative Media, Norbert Elias, Intensity, Social Epistemology, Value Theory, Reflexividade, Social representations (Psychology), Antonio Negri, Information Society, Graffiti, Social Influence, Early Wittgenstein, Anonymous, Visibility/invisibility, Online activism, Social Movements, Critical Theory, Saul Kripke, Autonomist Marxism, History of Communication, J. L. Austin, Pragmatic Sociology, Agency Structure, Political Economy of Communication, Object Oriented Ontology, Media Studies, Psychology of Religion, Social Study of Information & Communication Technology, Spinoza, Historical Sociology, Cornelius Castoriadis, Political Participation, Surveillance Studies, Social Representations, Machiavelli, Visual Sociology, Cultural Memory, Ubiquitous Computing, Deleuze, Ideology, Cross-cultural Psychology (Culture), Self and Identity, Subjectivity, Science and Technology Studies, Computer Networks, Databases, and Softwareedit
- Gustavo Cardosoedit
Neste livro os autores procuram contribuir para responder a um dos desafios contemporâneos da ciência: como delinear os contornos de novas formas “abertas” de fazer ciência. Este é um trabalho onde se questiona a ciência praticada no... more
Neste livro os autores procuram contribuir para responder a um dos desafios contemporâneos da ciência: como delinear os contornos de novas formas “abertas” de fazer ciência. Este é um trabalho onde se questiona a ciência praticada no século XX à luz das novas práticas científicas, num contexto de transformação social mais alargado: a emergência da sociedade em rede e o despontar de uma ciência de base informacional.
As tendências identificadas constituem contributos para a compreensão do que será e como será o funcionamento da ciência no séc. XXI. Os autores sugerem que a partilha formal e informal de conhecimento científico nas redes digitais adquire já hoje uma expressão considerável junto dos profissionais da ciência, e que o enquadramento institucional do trabalho científico parece estar a mudar para incluir mecanismos de incentivo a essas práticas. Debate-se assim o que é hoje a Ciência Aberta, mudança de paradigma científico ou de paradigma de investigação? É a Ciência Aberta um novo movimento social ou uma mera partilha de práticas? E é a ciência praticada em Portugal diferente da praticada em outros contextos europeus? Estas são algumas das perguntas a que se procura responder, ao mesmo tempo que se tenta propor uma definição de Ciência Aberta assente na adoção de processos de abertura na publicação completa, franca e rápida, na ausência de restrições relativas a propriedade intelectual e na transparência, radicalmente aumentada, em fases de pré e pós-publicação, de dados, instrumentos, software,atividades e decisões dentro dos grupos de investigação.
As tendências identificadas constituem contributos para a compreensão do que será e como será o funcionamento da ciência no séc. XXI. Os autores sugerem que a partilha formal e informal de conhecimento científico nas redes digitais adquire já hoje uma expressão considerável junto dos profissionais da ciência, e que o enquadramento institucional do trabalho científico parece estar a mudar para incluir mecanismos de incentivo a essas práticas. Debate-se assim o que é hoje a Ciência Aberta, mudança de paradigma científico ou de paradigma de investigação? É a Ciência Aberta um novo movimento social ou uma mera partilha de práticas? E é a ciência praticada em Portugal diferente da praticada em outros contextos europeus? Estas são algumas das perguntas a que se procura responder, ao mesmo tempo que se tenta propor uma definição de Ciência Aberta assente na adoção de processos de abertura na publicação completa, franca e rápida, na ausência de restrições relativas a propriedade intelectual e na transparência, radicalmente aumentada, em fases de pré e pós-publicação, de dados, instrumentos, software,atividades e decisões dentro dos grupos de investigação.
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Abstract: Este trabalho aborda as práticas e representações dos investigadores nacionais face a formas abertas de fazer Ciência e, mais concretamente, quais as posições relativas das relativamente a essas questões. Procura-se compreender... more
Abstract: Este trabalho aborda as práticas e representações dos investigadores nacionais face a formas abertas de fazer Ciência e, mais concretamente, quais as posições relativas das relativamente a essas questões. Procura-se compreender como os investigadores se relacionam com a utilização das novas Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) no trabalho científico, com a disponibilização de dados e outros conteúdos científicos na Internet, e com a publicação de artigos em regime Open Access.
